quinta-feira, 31 de março de 2011

Vereador Bilizario Souza Machado na Câmara de Vereadores de Lafaiete Coutinho


Em Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Lafaiete Coutinho Bahia, realizada no dia 25 de março do corrente ano foram aprovadas Indicações e Moções de autoria do Vereador Bilizario Souza Machado, a Indicação n° 05/2011 no sentido de construir uma garagem para o Ônibus Escolar no Povoado do Marimbondo, a Indicação n° 06/2011 no sentido de adquirir (receptor), aparelho que recebe sinais acústicos, elétricos, radiofônicos, luminosos, etc. para captar o sinal da TV Globo, também a Indicação n° 07/2011 no sentido de fixar placas de sinalização de transito nas principais ruas da nossa cidade, uma Moção de Congratulação pelos 89 anos de existência da 1ª Igreja Batista de Lafaiete Coutinho, e por fim, uma Moção de Pesar pelo passamento dos Senhores Ivo Froes e Maria de Lurdes Azevedo Mãe do Ex-Prefeito Eugenio Azevedo. O Edil também fez algumas cobranças como por exemplo, a respeito das contas da casa da gestão anterior, de projetos que ainda faltam ser votados entres outras.

Vereador Belizario Machado defende o meio ambiente.

Vereador Belizario Machado defende o meio ambiente

Em seção ordinária da Câmara Municipal de Lafaiete Coutinho Bahia  Vereador Belizario Machado chamou atenção das autoridades a respeito da capina química, feita à base de agrotóxicos, o conhecido mata-mato, não é permitida em áreas urbanas, pois expõe a população ao risco de intoxicação água, como também as aves e insetos que vão comer no local. Quando chove, as águas vão para os lagos, ou córrego, rios ou etc, envenenando a água e matando todos os seres vivos nela existente. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Anvisa emitiu nota técnica sobre o tema objetivando orientar os municípios sobre os perigos do uso de agrotóxicos nas cidades, especialmente em ruas, calçadas, praças, etc. Mas em quase todas as cidades do Brasil as prefeituras continuam com as carpinas, como se fosse algo muito normal. Expondo a população a risco que de acordo analise feitas por especialistas em outras localidade pode causa doenças tais como Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, Leucemia e outras patologias relacionadas à presença de glifosato na água, mesmo em doses mínimas e constitui uma falta grave e crime ecológico e contra a saúde da população. É preciso obedecer às regras, respeitar as leis e não oferecer perigo a população. Entende-se que se um produto mata a vida, seja de mato ou de inseto, pode provocar danos a outras formas de vida, principalmente ao ser humano. Aos rigores da lei é preciso de providências das autoridades para proibir essa prática em nosso município.